O custo de um filme de marca com IA é definido antes do render. Quatro coisas o determinam: a profundidade da direção, a música original escrita para o projeto, a pesquisa que dá ao filme um ponto de vista, e o número de formatos em que o trabalho tem que viver. Geração é a parte barata. Tudo o que faz um filme parecer intencional fica antes do primeiro quadro, e é ali que o valor é decidido.
Na KURACONV a gente dirige a IA, não faz prompt nela. Essa distinção é o argumento inteiro. Um modelo consegue produzir mil clipes numa tarde. Um filme que sustenta clima, identidade e sentido em cada segundo é outro objeto, e gente constrói isso tomando decisões que um modelo não toma por você.
Direção é o maior fator
A direção é o olho; a IA é a lente. Antes de um único quadro ser gerado, o trabalho passa por shot list, travas de identidade, filtros de continuidade, color grading e desenho de som. Toda decisão criativa é filtrada por um conselho de 34 mentes, fotógrafos, diretores, filósofos e estrategistas, contra um inimigo só: o AI slop. Quanto mais um filme exige da direção dele, mais pesada essa camada de ofício fica no escopo, e o escopo é o preço.
O nosso método, Sentimagem, se apoia em três pilares que consomem direção cada um:
- Presença: coerência de clima em todos os ativos. O clima é a marca, e sustentar isso num filme inteiro custa atenção contínua.
- Engenharia: direção de câmera em movimento. A IA é a lente nova, mas o movimento de câmera continua sendo autorado quadro a quadro.
- Narrativa: o motor da história vem primeiro, o movimento vem depois, a imagem emerge. Sem briefing, sem filme.
Música original, nunca de biblioteca
Todo projeto da KURACONV inclui uma composição original. A gente não usa biblioteca. São Paulo Blues foi construído como trilha original e filme juntos, em 2026, porque a trilha não é uma camada acrescentada no fim. Ela faz parte do briefing. Uma composição sob medida carrega escopo próprio, e é uma das razões mais claras de dois filmes de mesma duração não terem o mesmo preço.
Pesquisa define o teto
A Brand Research é onde um filme conquista o ponto de vista dele. Um filme sem pesquisa é um filme genérico de IA, e a gente não faz desses. O trabalho de entender uma marca, o público dela e o mundo visual dela é o que separa Dubai Falcon, um curta cinematográfico de deserto e falcão, de um clipe que apenas parece caro. Everest, com a linha who told you it was easy, existe porque a ideia veio antes da imagem. Pesquisa mais funda significa filme mais afiado, e molda o escopo de acordo.
Formatos multiplicam o trabalho
Um filme editorial de 15 a 89 segundos é um entregável. O mesmo projeto pode se estender para stills editoriais, carrosséis editoriais e identidade de marca. Cada formato é direção numa forma nova, não uma exportação de graça. Então o número de formatos de que uma marca precisa é um fator real e honesto de escopo, não um upsell.
A gente dirige a IA, não faz prompt nela. Geração é a parte barata. Direção, música e pesquisa são o que você está de fato pagando.
Velocidade sem cortar caminho
A gente entrega em duas a três semanas o que a produção tradicional leva três a seis meses. Essa velocidade vem de um pipeline dirigido por GPT-Image-2, Seedance, Higgsfield e Veo, não de pular o briefing. Porque a gente mantém uma carteira enxuta de projetos, cada um recebe a atenção que o método exige. Rápido não quer dizer raso.
Como chegar a um número
A gente informa preço mediante contato, depois de uma conversa inicial gratuita. Essa conversa existe para que o escopo seja honesto: a gente mapeia a sua direção, a sua música, a profundidade da sua pesquisa e os seus formatos, e depois orça contra o filme de verdade, não contra um template. A KURACONV STUDIOS opera de São Paulo, sem fronteira, trabalhando globalmente. Comece a conversa em maria@kuraconvstudio.com.
O custo de um filme de marca com IA é definido antes do render: por direção, música original, pesquisa e formatos. Geração é barata; intenção não é, e intenção é exatamente o que você está pagando.